Aluno conquista prêmio de melhor jogador de vôlei da Liga Escolar

O aluno Marcelo Pistone, da 2.a série do Ensino Médio, conquistou o prêmio de melhor jogador de vôlei da Liga de Esportes Escolares. A competição reúne cerca de 250 equipes com mais de 3 mil alunos inscritos nas modalidades: basquete, futsal, handebol, voleibol, ginástica artística, judô, natação, tênis de campo e xadrez. O Band foi campeão nas categorias A16 e A18 Masculino, respectivamente, de alunos até 16 e até 18 na série ouro.

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Marcelo acredita que a participação em uma atividade física é muito importante, especialmente para estudantes, para aliviar as tensões e relaxar.

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“O Band já é reconhecido por sua excelência acadêmica, por isso acredito que com este prêmio recebido pelo Marcelo fortalece também a nossa imagem esportiva no meio escolar”, comentou Claudia Sacardo, técnica de vôlei do Band que orientou o aluno.

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Em uma cerimônia surpresa, Marcelo foi homenageado na sala dos professores por sua técnica. “Foi uma emoção muito grande porque eu estava apenas achando que iria conversar com minha técnica, mas, no final, tinham preparado essa homenagem para mim”, contou.

Lucas Zuzarte: das quadras do Band para as quadras da Poli

Este mês eu entrevistei o nosso ex-aluno Lucas Alexandre Zuzarte. Confira!

1. Lucas, conte-nos um pouco sobre sua carreira esportiva aqui no Band.
Eu comecei a participar dos treinos no Band logo que entrei no colégio, na 5ª série (atual 6º ano) em 2002. Comecei treinando como goleiro no handball e só no ano seguinte ingressei no volei. A partir de então, pratiquei os dois esportes, mas sempre dando prioridade para o volei e só parei em 2008, quando me formei no Band.

2. De todos os momentos importantes que você viveu como atleta do Band, qual foi o mais marcante e por quê?
É difícil escolher o momento mais marcante em 7 anos de jogos pelo Band, mas acho que poucos momentos chegam perto da conquista do Interband de 2005 sobre o Santo Inácio no volei. Pra começar, ganhar um Interband já é algo especial para quem joga pelo colégio. Poder defender o Band no próprio campeonato é muito gratificante. Além disso, naquela época os jogos mais empolgantes eram sempre contra o Santo Inácio. Como os dois colégios são próximos, sempre iam muitos pais aos jogos e sempre tinha alguma discussão na torcida. Acho que por essa razão nós nos empenhavamos muito nesses jogos, mas sempre perdíamos porque o time deles era bem superior ao nosso. Se não me engano, a nossa primeira vitória contra o Santo Inácio foi justamente na final do Interband de 2005. Justamente no último jogo contra eles já que, em 2006, vários jogadores do Santo Inácio entraram no Band e começaram a treinar conosco, formando um time que ganhou quase tudo nos anos anos seguintes.

3. O esporte nos ensina várias lições. Qual a lição mais importante que você aprendeu praticando esporte no Band?
A lição mais importante que eu aprendi treinando no Band foi a trabalhar em equipe, mas de uma maneira diferente da que seus pais ou professores tentam ensinar. Praticando um esporte coletivo, eu aprendi que, em um grupo, cada um não pode se preocupar apenas em cumprir com as suas responsabilidades. É necessário que cada um consiga perceber as limitações e habilidades dos demais, além de confiar em todos, inclusive em si mesmo. Jogando numa equipe, se aprende a ajudar um companheiro em dificuldade e a se espelhar em alguém melhor, sempre objetivando o sucesso coletivo.

4. Praticar esporte atrapalhou seus estudos?
Eu sempre tive facilidade em acompanhar o ritmo do colégio, então os treinos e jogos não me atrapalharam nos estudos. Mas para quem tem dificuldade nas matérias o importante é a organização. Se você tiver uma rotina de estudos bem definida, prestar atenção nas aulas e tirar as dúvidas com professores ou amigos, não vão ser as duas horas que você gasta durante os treinos que vão abaixar as suas notas. Muito pelo contrário. O esporte é uma forma de relaxamento e diversão e ajuda a desenvolver a concentração e disciplina necessária na hora dos estudos.

5. Onde você está estudando hoje? E como é a vida universitária?
Hoje, eu estou cursando o 3º ano de engenharia mecânica na Poli. A vida na universidade é completamente diferente da vida no Band. Como universitário, você tem que ser muito mais independente que no colégio, por isso muitos alunos do Band sentem dificuldade quando entram na faculdade (inclusive eu). A soma de professores ruins, provas complicadas e a saída do ambiente em que você está acostumado causa uma primeira impressão assustadora, pelo menos na Poli, mas com o passar do tempo você se integra à nova rotina na faculdade. Fora do âmbito acadêmico, a vida universitária também é muito diferente. Você tem mais oportunidades de ir a festas, viagens e de conhecer um número enorme de pessoas completamente diferentes das do colégio.

6. Você continua praticando esporte na Universidade? Conte-nos um pouco….
No começo do ano passado eu comecei a praticar rugby, um esporte não muito conhecido no Brasil mas bem difundido nas universidades. Por sempre ter praticado esportes eu sentia a necessidade de continuar a treinar, fazer algo a mais além de estudar, mas não gostei do time de volei da Poli, então optei por um esporte novo. Logo de início eu me encantei pelo esporte porque nele eu podia usar a força física sem preocupações, mas depois eu percebi que o rugby é mais do que uma confusão em que todo mundo fica batendo um nos outros. Existe um código de conduta entre os jogadores, um verdadeiro espírito do rugby. O time é como uma família e o sentimento de equipe é muito maior do que em todos os outros esportes que eu já pratiquei.

7. Deixe um recado para os atletas do Band.
Pessoal, parabéns por jogarem pelo colégio! Praticar esportes é muito bom. Não só pelos benefícios à saúde, mas pelos valores que se aprende. O esporte mostra a importância da disciplina, respeito, perseverança, superação, etc. Se vocês estiverem com alguma dificuldade no colégio, não parem de treinar. Peçam ajuda para os seus amigos, professores e não desanimem. Continuem jogando depois que vocês sairem do Band também, nem que seja um futebol de domingo, que vai ser bem mais fácil se adptar à vida pós colégio.

Abraços a todos! Boa sorte e bons jogos!

Os treinamentos vão começar!!!!

O ano letivo está começando e junto com ele começam também as seletivas para as nossas equipes esportivas.

Os horários de treinamento já estão disponíveis nas salas virtuais e você deve basear-se pelo seu ano de nascimento.

Esperamos por vocês!!!

Departamento de Educação Física e Esporte

Clique aqui para ter acesso aos horários de treinamento.

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O tênis certo para vôlei

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Muita gente que joga vôlei não consegue encontrar  o tênis adequado pra praticar o esporte. Confesso que a dificuldade é grande mas no site da Confederação Brasileira de Voleibol há vários modelos disponíveis para compra online, todos da Olympikus. http://www4.ciashop.com.br/lojadovolei/dept.asp?template_id=124&partner_id=629&dept%5Fid=201

Nesse mesmo site, também há camisas da seleção brasileira, uniformes de equipes nacionais, bolas, joelheiras e outros artigos relacionados ao vôlei.

Outro site bacana que vende tênis de vôlei é http://www.netshoes.com.br/categoria/calcados/tenis/volei .

Os tênis de vôlei não costumam ser muito caros e são excelentes, pois protegem as articulações do tornozelo e do joelho, muito exigidas durante os treinos e jogos.

Boas compras!

Resultados do vôlei no InterBand

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A participação das equipes de voleibol do Band no InterBand foi pra lá de positiva…. Fazia tempo que não ganhávamos tantas medalhas…

Parabéns aos atletas, aos técnicos Agnes, Carla, Claudia Cris e Luiz Fernando e à torcida que marcou presença durante o campeonato inteiro!

  • Infantil masculino – Campeão
  • Juvenil masculino – Campeão
  • Pré-mirim masculino – 2.o lugar
  • Mirim masculino – 2.o lugar
  • Pré-mirim feminino – 2.o lugar
  • Juvenil feminino – 3.o lugar

Bernardinho transforma suor em ouro…

Bernardinho_2004Por: Claudia Cris

“Como centenas de milhares de adolescentes na década de 1980, cresci apaixonado pelo vôlei. Quando íamos para a rua montar a rede e “repetir” a atuação dos nossos ídolos, não me lembro de alguém que dissesse: “Eu sou o Bernardinho.” Quase todos queriam representar o papel dos titulares e não do levantador reserva. Bernardinho não tinha vaga na seleção da minha rua.
Poucos poderiam imaginar que ali, no banco de reservas da seleção, atento a tudo, estivesse sendo gerado o maior técnico da história do voleibol brasileiro e um dos maiores símbolos de liderança do Brasil. O obscuro jogador reserva da geração de 1980 tornou-se um craque do esporte no nosso país – o grande astro do jogo coletivo.
Bernardinho é o divisor de águas num país que precisa aprender a importância da cooperação, da solidariedade e do trabalho em equipe. Diga que seus jogadores são baixos e Bernardinho os fará saltar mais alto. Diga que são fracos no bloqueio e ele irá torná-los os melhores do mundo.
A essência dessa transformação é a crença numa equação simples que nada tem de matemática: TRABALHO + TALENTO = SUCESSO. Não por acaso o TRABALHO vem antes do TALENTO. Para Bernardinho, a ordem desses fatores altera o produto. Apoiado no seu próprio exemplo como jogador, ele aposta no esforço e na perseverança, na disciplina e na obstinação.
Quando vai a empresas dar suas palestras, a razão dos aplausos freqüentes é uma só: as lições do Bernardinho se aplicam a qualquer setor da atividade humana. Ele se tornou aos poucos o símbolo da liderança moderna. Democrático, franco, aberto, mas seguro no momento de decidir. “ (Trecho do livro Transformando Suor em Ouro)

Todos que gostam de esporte deveriam ler este livro… Há lições para toda a vida…

Claudia Cris é professora de Educação Física e técnica de voleibol do Band. Ela também “transforma suor em ouro”.

Entre o vôlei e o basquete

Todo mundo aqui no Band sabe da minha paixão e da minha ligação com o voleibol. Respiro vôlei há mais de 25 anos, quando comecei a treinar com objetivos competitivos. Joguei por muito tempo em diversas equipes de São Paulo, mas as contusões nos joelhos acabaram cedo com minha carreira. Hoje sou treinadora das equipes masculinas de voleibol aqui do Colégio.

Magic Paula e Claudia Cris

Magic Paula e Claudia Cris

O que poucas pessoas sabem é que apesar de apaixonada pelo voleibol, meu grande ídolo no esporte é Magic Paula, jogadora fantástica de basquetebol que, junto com Hortência, formou a dupla mais vencedora de todos os tempos. Juntas, ganharam quase todos os títulos possíveis.

Eu sempre acompanhei a carreira da Paula. Ia a todos os jogos, torcia, não perdia nada na TV. Ficava nas filas após os jogos pra pegar autógrafo… Fã mesmo, dessas que guardam até hoje os recortes dos jornais com as notícias sobre ela.
Certo dia, no aniversário de uma amiga de faculdade, quase no final da festa, chega Magic Paula. Simpática, cumprimentou a todos. Eu não sabia que ela e minha amiga eram velhas conhecidas. É muito engraçado, mas quando estamos perto de um ídolo, não sabemos o que fazer, tampouco o que falar. Eu ensaiei por diversas vezes dizer que acompanhei a carreira dela, que era fã, essas coisas… Mas o máximo que consegui dizer naquele dia foi “oi”.

Claudia Cris sente o gostinho de pendurar a medalha de prata das Olimpíadas de Atlanta 1996

Claudia Cris e a medalha de prata das Olimpíadas de Atlanta 1996

Acabei encontrando com ela em outras ocasiões e nos tornamos amigas. Pude enfim, dizer sobre a minha admiração e da importância que ela teve em minha vida. Paula sempre foi uma jogadora guerreira, persistente, fantástica. E é uma pessoa muito solidária: juntamente com sua irmã Branca, ex-jogadora de basquete, criou o Instituto Passe de Mágica (http://www.passedemagica.org.br) que através do basquetebol, visa formar cidadãos mais conscientes.

Num dos meus encontros com Paula ganhei um presente que hoje está num lugar especial em minha casa: uma camisa autografada, réplica da que ela usou na final dos jogos Panamericanos de Havana, Cuba. Em outro, pude colocar no pescoço a medalha de prata conquistada nos Jogos Olímpicos de Atlanta. Poucas pessoas chegam perto de uma medalha olímpica… Poucas pessoas conhecem seus ídolos… Sou mesmo uma pessoa de sorte…

Por Claudia Cris, professora de Educação Física do Bandeirantes