Band Basketball Camp: estreitando laços

Durante as férias, os alunos das equipes de Basquete do Band embarcaram para o Rancho Ranieri, em São Lourenço da Serra, rumo ao primeiro Band Basketball Camp. O acampamento organizado pelo Colégio reuniu, em seus cinco dias de duração, 60 alunos do Ensino Fundamental e Médio que se aventuraram na rotina de treinos e, principalmente, muita diversão.

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Dentre as diversas atividades e programações que envolveram o acampamento, a principal não pode ser planejada: a convivência. Para isso, cada equipe dividiu um chalé onde, a partir das habituais tarefas de acampamento, foram estreitados os laços que vão além dos limites das quadras. “A química do time mudou muito. Algumas ganharam mais confiança e, assim, fica muito mais fácil se entender durante o jogo”, comentou Sianna Baron, da 3.a série do Ensino Médio. “Lá pude interagir mais com meu time, eles têm muita empatia comigo e tudo isso ajuda na quadra”, lembrou o aluno Gabriel Lolo, da 1.a série do Ensino Médio.

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Tudo isso foi complementado pelos treinos específicos de basquete e também por atividades como tirolesa, passeio de barco, pebolim humano e uma sessão de filme. “Foi muito bom porque pudemos treinar para o Interband, já que geralmente não temos muito tempo após a volta às aulas para praticar”, explicou Fernanda Abe, da 3.a série do Ensino Médio.

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Os alunos foram acompanhados pelos professores de Educação Física Paulo Godoi e Daiana Silva, pelos técnicos José Roberto Rodrigues, Carol Monteiro e Henrique Zaidan e pelos estagiários Carlos Navarro e Rodrigo Bujato. O acampamento também contou com a presença e experiência do atleta Eduardo Aleo além da participação de seis alunos do Colégio Friburgo.

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Para rechear ainda mais o aprendizado dos alunos, houve um dia em que o acampamento recebeu o tricampeão do NBB, Fábio Oliveira e o armador do Basquete Osasco, Thyago Aleo que aproveitou para presentear o aluno Gabriel Lolo com uma de suas camisetas. “Senti que o meu trabalho junto com a equipe de Basquete está dando resultado e desperta o interesse em outras pessoas pelo esporte na cadeira de rodas”, conta Gabriel.

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“O treinamento é importante, mas o que vale mesmo é a convivência. Se você se preocupa com alguém fora das quadras, você é capaz de fazer qualquer coisa por ela durante o jogo. Como professor, é muito bom conhecer melhor os alunos. Esse dia-a-dia faz toda a diferença”, comentou o professor Paulo Godoi.