O Sílvio é unanimidade…

Entrevistei o Sílvio, assistentente do Departamento de Educação Física e Esporte. É ele quem nos ajuda o tempo todo: montando as redes de vôlei, cuidando das bolas, dos uniformes das equipes…  Ele está sempre disposto a ajudar. É uma unanimidade no Departamento.

 

Há quantos anos você trabalha no Colégio Bandeirantes?

Resposta: 22 anos

Qual o time do seu coração?

Resposta: Palmeiras

Qual o momento mais marcante que você viveu no Colégio Bandeirantes?

Resposta: A ajuda que recebi de todos os amigos do Departamento de Educação Física quando minha filha entrou na faculdade.

O que você acha do InterBand , evento no qual você trabalha como um “maluco”?

Resposta: Eu acho super-legal , principalmente porque a escola fica animada e o meu salário aumenta um pouco o que me ajuda na faculdade da minha filha.

Qual o esporte que você mais gosta?

Resposta: gosto muito de futsal.

O Sílvio é unamidade no Departamento. Vejam só alguns depoimentos:

Dutra: “o Sílvio sempre foi meu amigo desde os tempos de aluno…”

Camila (assistente técnica): “sem o Sílvio ficamos perdidos aqui na escola…”

Claudia Cris: “ter o Sílvio por perto é uma tranquilidade, pois ele resolve qualquer problema no InterBand, desde bolas na rua até placar quebrado…”

Thiago (estagiário): … o Sílvio é indispensável…”

 

Raio X com Ricardo Aguirre

O Raio X desse mês é com um grande cara – Ricardo Aguirre.

Nome: Ricardo P. Aguirre

Função que exerce no Band: Supervisor de Relações Institucionais e Cultural 

Esportes que praticou e pratica:  Comecei no judô com uns 6 anos. Já pratiquei capoeira, kung fu e jogava voleibol pelo Band, quando era aluno.

Hoje, sou faixa marrom de jiu jitsu e intercalo meus treinos de jiu com corrida, boxe e o LPO System.

O LPO (Levantamento de Peso Olímpico) ajuda no equilíbrio e no ganho de força sem aumento de massa muscular.

O jiu jitsu, apesar da imagem agressiva que passa, é conhecido como “arte suave”. É um jogo de xadrez humano, em que um lutador menor e mais fraco consegue vencer outro maior e mais forte. 

Qual seu ídolo no esporte: Randy Couture. Um atleta completo, com um comportamento exemplar dentro e fora do ringue.

 O esporte é… como a vida. Você tem que lutar pra vencer sempre. Não importa o tamanho do adversário, você tem que encontrar um meio de vencê-lo. Não importa se você foi derrubado,  tem que conseguir se levantar ou ganhar no chão mesmo. E se por um acaso perder, tem que ter a sabedoria de aprender com isso.

Lucas Zuzarte: das quadras do Band para as quadras da Poli

Este mês eu entrevistei o nosso ex-aluno Lucas Alexandre Zuzarte. Confira!

1. Lucas, conte-nos um pouco sobre sua carreira esportiva aqui no Band.
Eu comecei a participar dos treinos no Band logo que entrei no colégio, na 5ª série (atual 6º ano) em 2002. Comecei treinando como goleiro no handball e só no ano seguinte ingressei no volei. A partir de então, pratiquei os dois esportes, mas sempre dando prioridade para o volei e só parei em 2008, quando me formei no Band.

2. De todos os momentos importantes que você viveu como atleta do Band, qual foi o mais marcante e por quê?
É difícil escolher o momento mais marcante em 7 anos de jogos pelo Band, mas acho que poucos momentos chegam perto da conquista do Interband de 2005 sobre o Santo Inácio no volei. Pra começar, ganhar um Interband já é algo especial para quem joga pelo colégio. Poder defender o Band no próprio campeonato é muito gratificante. Além disso, naquela época os jogos mais empolgantes eram sempre contra o Santo Inácio. Como os dois colégios são próximos, sempre iam muitos pais aos jogos e sempre tinha alguma discussão na torcida. Acho que por essa razão nós nos empenhavamos muito nesses jogos, mas sempre perdíamos porque o time deles era bem superior ao nosso. Se não me engano, a nossa primeira vitória contra o Santo Inácio foi justamente na final do Interband de 2005. Justamente no último jogo contra eles já que, em 2006, vários jogadores do Santo Inácio entraram no Band e começaram a treinar conosco, formando um time que ganhou quase tudo nos anos anos seguintes.

3. O esporte nos ensina várias lições. Qual a lição mais importante que você aprendeu praticando esporte no Band?
A lição mais importante que eu aprendi treinando no Band foi a trabalhar em equipe, mas de uma maneira diferente da que seus pais ou professores tentam ensinar. Praticando um esporte coletivo, eu aprendi que, em um grupo, cada um não pode se preocupar apenas em cumprir com as suas responsabilidades. É necessário que cada um consiga perceber as limitações e habilidades dos demais, além de confiar em todos, inclusive em si mesmo. Jogando numa equipe, se aprende a ajudar um companheiro em dificuldade e a se espelhar em alguém melhor, sempre objetivando o sucesso coletivo.

4. Praticar esporte atrapalhou seus estudos?
Eu sempre tive facilidade em acompanhar o ritmo do colégio, então os treinos e jogos não me atrapalharam nos estudos. Mas para quem tem dificuldade nas matérias o importante é a organização. Se você tiver uma rotina de estudos bem definida, prestar atenção nas aulas e tirar as dúvidas com professores ou amigos, não vão ser as duas horas que você gasta durante os treinos que vão abaixar as suas notas. Muito pelo contrário. O esporte é uma forma de relaxamento e diversão e ajuda a desenvolver a concentração e disciplina necessária na hora dos estudos.

5. Onde você está estudando hoje? E como é a vida universitária?
Hoje, eu estou cursando o 3º ano de engenharia mecânica na Poli. A vida na universidade é completamente diferente da vida no Band. Como universitário, você tem que ser muito mais independente que no colégio, por isso muitos alunos do Band sentem dificuldade quando entram na faculdade (inclusive eu). A soma de professores ruins, provas complicadas e a saída do ambiente em que você está acostumado causa uma primeira impressão assustadora, pelo menos na Poli, mas com o passar do tempo você se integra à nova rotina na faculdade. Fora do âmbito acadêmico, a vida universitária também é muito diferente. Você tem mais oportunidades de ir a festas, viagens e de conhecer um número enorme de pessoas completamente diferentes das do colégio.

6. Você continua praticando esporte na Universidade? Conte-nos um pouco….
No começo do ano passado eu comecei a praticar rugby, um esporte não muito conhecido no Brasil mas bem difundido nas universidades. Por sempre ter praticado esportes eu sentia a necessidade de continuar a treinar, fazer algo a mais além de estudar, mas não gostei do time de volei da Poli, então optei por um esporte novo. Logo de início eu me encantei pelo esporte porque nele eu podia usar a força física sem preocupações, mas depois eu percebi que o rugby é mais do que uma confusão em que todo mundo fica batendo um nos outros. Existe um código de conduta entre os jogadores, um verdadeiro espírito do rugby. O time é como uma família e o sentimento de equipe é muito maior do que em todos os outros esportes que eu já pratiquei.

7. Deixe um recado para os atletas do Band.
Pessoal, parabéns por jogarem pelo colégio! Praticar esportes é muito bom. Não só pelos benefícios à saúde, mas pelos valores que se aprende. O esporte mostra a importância da disciplina, respeito, perseverança, superação, etc. Se vocês estiverem com alguma dificuldade no colégio, não parem de treinar. Peçam ajuda para os seus amigos, professores e não desanimem. Continuem jogando depois que vocês sairem do Band também, nem que seja um futebol de domingo, que vai ser bem mais fácil se adptar à vida pós colégio.

Abraços a todos! Boa sorte e bons jogos!

Raio X com Carlos Alberto De Simone

O Raio X desse mês é com o Professor De Simone uma lenda viva do handebol nacional.

1. Nome: Carlos Alberto De Simone

2. Disciplina que leciona no Band: Educação Física

3. Esportes que praticou e pratica: Handebol e Futebol de Campo. Até os 16 anos joguei os dois, no futebol fiz um teste no Corinthians e passei. Em 1981, ia ser reserva do Vladimir, porém minha mãe não me deixou aceitar. Nessa época, com 17 anos, já jogava na seleção brasileira de handebol e íamos disputar um mundial na Itália. Dá pra ver que escolhi o handebol por livre e espontânea pressão, mas não me arrependo; fui muito feliz na carreira. Quanto a títulos, vamos falar só do adulto: 2 vezes campeão paulista, 8 vezes campeão brasileiro de seleções, campeão sul americano de clube e seleção, vice campeão pan-americano de seleção, uma participação em mundial e ficou uma lacuna, não ter participado da Olimpíada de Barcelona, pois tinha operado meu joelho.
Entre muitas emoções, duas grandes marcaram: o Hino nacional do Brasil em nossa estréia no mundial contra a Tchecoslováquia, e o gol do título sul americano de clubes no Pinheiros. O jogo estava acabando e tudo indicava prorrogação, o River Plate estava no ataque e tinham chance de marcar e ganhar o jogo, faltando cerca de 20s eles foram pro arremesso e aí apostei todas as minhas fichas no XEXA nosso goleiro, saí pro contra-ataque antes do arremesso na certeza que ele iria defender e me lançar. Não deu outra, bola na minha mão sem ângulo, com o goleiro saindo e um jogador me marcando, mas fui mais eu,”Caixa”, Pinheiros Campeão Sul americano pela 1.a vez. Infelizmente não temos gravado só quem esteve lá viu.

4. Ídolo no esporte: Pelé, pela qualidade técnica e física, por ter sabido parar, pelo que representou aos negros, e por mostrar ao mundo que o esporte é uma das coisas mais valorizadas no mundo. Não é à toa que ele foi eleito atleta do século.

5. O esporte é… Determinação, concentração e mais vontade de ganhar que os outros. 100% das vezes é a sua vida, o dia que não puder ser assim chegou a hora de parar, foi assim comigo.


Seleção brasileira de 1987 – 1.a participação do Brasil em mundiais.

Raio X com Arnaldo

 O Raio X deste mês é com o Arnaldo, inspetor muito querido pelos alunos

Função que exerce no Band – Inspetor de alunos

Time do coração – Santos (Graças à Deus…)

Esporte que praticou – joguei futebol até a adolescência (… mas eu não era muito bom…). Jogava na rua, na escola. Depois de casado, joguei muito vôlei na rua. No bairro onde eu morava em Santo André, os jogos de vôlei eram uma tradição. Vinham equipes de outras ruas desafiar o nosso time.

Ídolo no esporte – Pelé, inigualável! Mas nunca pude ver o Pelé jogar pessoalmete, ao vivo… Só pela TV.

Lembrança esportiva mais marcante – assisti a todos os jogos do Santo André no estádio Bruno José Daniel. Foi num campeonato paulista. Não perdi nenhum jogo. Ia até debaixo de chuva. Deixava o carro longe e ia caminhando…. Foi legal.

Esporte é – saúde. Praticar esporte deixa a pessoa saudável.

Raio X

O Raio X do mês é com a Professora Eva Turin.

Disciplina que leciona no Band: História
Esportes que praticou: No Colégio sempre joguei basquete. Em clubes, primeiro comecei com atletismo no São Paulo (lançamento de dardo e corrida de 3.000m), o motivo foi que sempre morei perto do Clube do São Paulo e como não havia basquete feminino e eu tinha meus 15 anos, era o máximo que podia me distanciar de casa, mas acabei convencendo minha mãe da minha paíxão: o basquete. O clube mais perto era a Hebraica, onde joguei. Hoje faço caminhada. Nas férias fiz uma caminhada mais longa: 200 Km (duzentos mesmo). Andei o Sul de Minas, atravessei a Serra da Mantiqueira e cheguei em São Paulo. Minha filha foi junto. Vou repetir, só que com mais quilometros!
Ídolo: Magic Johnson, pela luta contra a AIDS e Michael Jordan, por motivos óbvios: é o melhor jogador de

basquete de todos os tempos.
Lembrança esportiva: Ganhar o Campeonato Estadual de 1982. Guardei o diplominha com orgulho….
O esporte é… fundamental para ter equilíbrio e me sentir feliz!

Raio X

Nome: Cláudia Regina Franceschet Navarro de Andrade

Apelido: Claudinha, ou Dinha pra os íntimos… Hehehe.

Disciplina que leciona no Band: sou coordenadora e professora do Departamento de Educação Física e Esporte do Band

Esportes que praticou e pratica:

  • 13 anos – comecei a treinar voleibol no Clube Atlético Ypiranga (atacante – ponta)
  • 15 anos – passei no teste e fui para o Clube Athlético Paulistano (levantadora)
  • 16 anos – fui então jogar no Tênis Clube Paulista na categoria Infanto juvenil.
  • No 3.o ano do Band – parei de jogar para me dedicar aos Vestibulares
  • 17 anos – entrei na Faculdade de Educação Física de Santo André (FEFISA) e cheguei a jogar voleibol pela Facul
  • 18 anos – comecei a trabalhar no Colégio Bandeirantes como Professora de Educação Fisica e parei de treinar voleibol que foi minha grande paixão na adolescência
  • 35 anos – me apaixonei pela corrida e treinei bastante para provas de 10K, visando meia-maratona.
  • 42 anos – nasceu a Giovanna e parei de correr.
    Ainda vou voltar a minha paixão de hoje que é a corrida.
    Me aguardem !!!

Ídolo no esporte: meu ídolo no esporte foi a Jaqueline do Voleibol por me identificar tanto pessoalmente como no estilo de jogo. Na época, para mim, ela era A jogadora de voleibol. Consegui grandes desempenhos me inspirando nela.

Lembrança espotiva mais marcante: jogo de voleibol contra o Paulistano em que eu concorria a vaga para a seleção Infanto-Juvenil do Brasil como levantadora. Fui melhor que minha rival, mas… ela tinha 10 cm a mais que eu… Não fui convocada.

Pra vc o esporte é

Esporte para mim é Educação, é Conscientização, é Formação Plena do Indivíduo; formação física, mental, intelectual, emocional e social.

Pra mim, Esporte é tudo! É Saúde! É VIDA!